A exemplo de congressos anteriores, o CRO-RJ esteve presente ao 24º Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro com um estande na Feira de Expositores.

No espaço de 60 metros quadrados colocado à disposição dos participantes, foram oferecidos todos serviços disponíveis na sede e delegacias regionais. Nos quatro dias do congresso foram atendidos cerca de 50 pessoas, a maioria para inscrição de especialidades, atualização de cadastro e informações diversas inclusive na área jurídica.

No primeiro dia do Congresso, além da presença dos conselheiros nos diversos cursos e palestras, o presidente Altair Andrade participou da aula de abertura do módulo de Endodontia e da mesa de Abertura Oficial do Congresso, com apresentação do Dr. Paulo Murilo da Fontoura, presidente da ABO Nacional e do vice-presidente do CFO, Emerson Luiz Jorge, que falou em nome dos Conselhos de Odontologia.

  • Participantes da mesa de abertura

Palestra destaca vacinação

A palestra de abertura do módulo de Endodontia, trouxe um especialista, o Prof. Paulo Feijó, que abordou o tema vacinação. “As vacinas talvez sejam o mais recente ganho da ciência em benefício da saúde”, destacou. “Existe uma concepção errônea de que vacina é coisa de criança”, revelou, “entretanto agentes de saúde e cirurgiões-dentistas são adultos que lidam com a população em geral” e assim, “precisam estar em dia com a própria cobertura vacinal, pois muitas vezes podem ser agentes de contaminação dos mais agressivos”.
Segundo ele, ”é inadmissível que, em 2019, ainda existam profissionais de saúde que não saibam se estão ou não imunizados contra a hepatite B ou a gripe (anual). Duas vacinas fundamentais para evitar a contaminação dos pacientes com que lidam”.

  • Professor Paulo Feijó

Fez ainda um alerta: “os grupos hoje existentes que condenam a vacinação em geral, carecem de fundamentos científicos para afirmar que as vacinas fazem mais mal do que bem. É preciso lutar contra esses teóricos anti-vacinas, que põem em risco o profissional de saúde e expõem a população à disseminação de doenças, como é o caso recente da reincidência de sarampo no país”.