Dezembro é o mês da campanha nacional de prevenção ao HIV/Aids, denominada Dezembro Vermelho. O mês tem como referência o Dia Mundial contra a Aids, celebrado em 1º de dezembro.

O Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro atendeu à convocação do Conselho Federal e junto com os demais Conselhos estaduais, está dando apoio á Campanha do Ministério da Saúde(MS).

Muito além de reforçar a importância da prevenção, testagem e tratamento, este ano a Campanha é direcionada à população jovem, na qual a contaminação é crescente.

Segundo o Ministério da Saúde, existem cerca de 900 mil pessoas portadoras de Aids no país. Dessas, 766 mil foram diagnosticadas, enquanto 135 mil nem sabem que convivem com o vírus. Dos portadores, 584 mil fazem tratamento com antirretroviral e 554 mil não transmitem o HIV.

O número apresentado pelo Ministério da Saúde é um alerta para a população brasileira, pois somente no ano passado foram notificados cerca de 44 mil novos casos.

 

Diagnóstico, tratamento e prevenção

O diagnóstico é importante, pois saber o mais cedo possível se a pessoa é portadora do vírus, aumenta muito a expectativa de vida.

Se existiu alguma situação de risco, como fazer sexo de maneira desprotegida ou compartilhamento de seringas, é essencial fazer o teste anti-HIV. O teste é feito pela coleta de sangue ou por fluido oral e o resultado sai em cerca de 30 minutos.

No Brasil o teste é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A Aids/HIV não tem cura, mas existe o tratamento composto por medicamentos antirretrovirais (ARV) que ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico, aumentando o tempo e qualidade de vida dos portadores do vírus. Desde 1996, o SUS distribui gratuitamente os antirretrovirais para todas as pessoas que vivem com o HIV.

 

Evitando a contaminação

Uma das melhores formas de evitar a contaminação pelo vírus é o uso de preservativo durante o ato sexual.

A transmissão do HIV pode ocorrer das seguintes formas: sexo vaginal sem camisinha; sexo anal sem camisinha; sexo oral sem camisinha; uso de seringa por mais de uma pessoa; transfusão de sangue contaminado; da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação; e instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Para mais informações, consulte a página do Ministério da Saúde.