12 de maio – Dia Internacional da Enfermagem

“Hoje é o Dia do Enfermeiro. É mais do que uma profissão, é uma vocação, uma dedicação. Neste tempo de pandemia, dão exemplo de heroísmo e alguns dão a vida. (Papa Francisco).

Com a mensagem do Papa Francisco, o CRO-RJ presta sua homenagem a todos os profissionais da Enfermagem e da Saúde que estão na luta pela cura da pandemia

 

Dia da Enfermagem no Brasil

O Dia Internacional da Enfermagem passou a ser uma data comemorada no Brasil em 1938, quando foi instituída pelo então presidente Getúlio Vargas.

No entanto, é comum no paí a celebração da Semana da Enfermagem, que começa em 12 de maio (com o Dia Internacional da Enfermagem) e termina em 20 de maio (com a comemoração do Dia do Auxiliar e Técnico de Enfermagem).

 

Origem histórica

O Dia Internacional da Enfermagem é celebrado mundialmente desde 1965. Porém, oficialmente esta data só foi estabelecida em 1974, a partir da decisão do Conselho Internacional de Enfermeiros.

O dia 12 de maio foi escolhido como homenagem ao nascimento de Florence Nightingale, considerada a “mãe” da enfermagem moderna.

Florence Nightingale, de nacionalidade inglesa, nasceu em Florença, na Itália. Aos 17 anos, Florence Nightingale, que era cristã anglicana, decidiu ser enfermeira, acreditando ter um chamado de Deus para fazer enfermagem.

Foi na guerra da Crimeia, em que o Reino Unido participou entre 1853 e 1856, que o seu trabalho se tornou mais conhecido e ela foi chamada de “Dama da Lâmpada”, instrumento que usava durante a noite para ajudar melhor os feridos.

Florence Nightingale fundou a primeira Escola de Enfermagem secular do mundo na Inglaterra, em 1860.

 

Dia da Enfermagem no Brasil

O Dia Internacional da Enfermagem passou a ser uma data comemorativa no Brasil em 1938, quando a data foi instituída pelo então presidente Getúlio Vargas.

 

12 de maio Dia da Conscientização da Fibromialgia e Fadiga Crônica

A diferença é quase sempre imperceptível: a fibromialgia é revelada pela dor, enquanto a fadiga crónica é principalmente sobre a sensação permanente de cansaço.

A fibromialgia atinge cerca de 2,5% da população brasileira, mas permanece desconhecida para a maior parte da população. Numa pesquisa do Instituto Harris Interactive, cerca de 75,3% dos pacientes entrevistados nunca tinham ouvido falar da doença até que receberam o diagnóstico.

O principal sintoma é a dor generalizada – espalhada por todo o corpo – e crônica – sentida todos os dias por, pelo menos, três meses. Há 18 pontos no corpo, localizados em articulações e no pescoço, que são considerados cruciais; se, em 11 desses pontos, o paciente sentir dor quando for tocado, se caracteriza a fibromialgia. Distúrbios do sono, fadiga, ansiedade e depressão também são sintomas conhecidos.

A medicina não sabe ao certo o que causa o mal, mas sabe que é um problema neurológico, e não uma doença psicossomática. A dor existe de fato, não é fruto da imaginação. A fibromialgia uma disfunção no sistema de percepção à dor que aumenta a sensibilidade; quem tem sente mais dor.

O desconhecimento de todas as partes atrapalha no diagnóstico. Os pacientes muitas vezes demoram a buscar ajuda. Dentre os participantes da pesquisa que levaram mais de um mês para ir ao médico, 77% pensaram que os sintomas sumiriam sozinhos e 75% imaginaram que os controlariam. Em média, o diagnóstico só foi feito 4,7 anos após os primeiros sintomas, com 7,2 médicos consultados.

 

Tratamento
Não existe cura definitiva para a fibromialgia, mas ela pode ser controlada com medicamentos.

Há quem consiga controlar o mal sem tomar remédios, mas nem sempre isso é possível.

 

Doença feminina
De 80% a 90% dos casos de fibromialgia são em mulheres, mas a medicina não sabe explicar por quê. Pesquisas mostram que a enfermidade costuma surgir entre os 30 e os 50 anos, e a menopausa não altera esses dados.