Hoje, dia 15 de maio é o Dia Nacional do Controle da Infecção Hospitalar.

Dados do Ministério da Saúde estimam que a taxa de infecções hospitalares atinja 14% das internações no Brasil. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) estão entre as maiores causas de morte e aumento de morbidade entre os pacientes hospitalizados, resultando em menor qualidade de vida, hospitalizações mais prolongadas e maiores gastos em saúde.

O Sistema Conselhos de Odontologia reforça a importância da presença do cirurgião-dentista na equipe multiprofissional hospitalar.

Cuidados com a higiene oral na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são capazes de reduzir o risco de aquisição de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAVM). A assistência odontológica a pacientes em regime de internação hospitalar pode reduzir o tempo de internação e os riscos de infecção, além de permitir o diagnóstico precoce de doenças graves. Especialmente, em relação à pandemia da COVID-19, ressaltando-se que o estado de saúde do paciente que contrai o vírus pode ser agravado caso a higiene oral não seja realizada de forma efetiva.

Neste momento de pandemia, o Conselho Federal de Odontologia desenvolveu, em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o documento recomendações de enfrentamento à COVID-19 para Cirurgiões-Dentistas. O conteúdo possui medidas de biossegurança que devem ser adotadas durante a assistência aos casos de pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo vírus.

Além disso, realizou em parceria com a Associação de Me dicina Intensiva Brasileira (AMIB) , a  elaboração de recomendações que  auxiliam  cirurgiões-dentistas e agentes públicos, que atendem pacientes com suspeita de COVID-19, na tomada de decisões clínicas que possam minimizar a propagação desta pandemia histórica.