
Projeto
municipal vai auxiliar mães de jovens drogados
COMUNICADO
O SECRETARIO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, no uso de suas atribuições
legais,
CONSIDERANDO a necessidade de promover ações de apoio as mães
que têm filhos envolvidos com as drogas e outros tipos de crime;
CONSIDERANDO a importância de políticas públicas sociais de
inclusão e garantia de direitos;
CONSIDERANDO a importância de garantir apoio a todos os cariocas em relação
ao universo de problemas vivenciados por eles; CONSIDERANDO o papel fundamental
das mães na criação de seus filhos e a importância
de contribuir com elas para a redução da exclusão social;
CONSIDERANDO a tecnologia "Porta de Saída"; COMUNICA o projeto
Mãe na Luta, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência
Social (SMAS) para prestar apoio social e psicológico a mulheres de toda
a cidade do Rio que queiram salvar seus filhos das drogas, já atendeu a
160 ligações em um mês de funcionamento.
O principal motivo das ligações das mães e responsáveis
para a central de atendimento do projeto foi o envolvimento com drogas, totalizando
48,30%. O serviço também recebeu telefonemas devido ao envolvimento
dos filhos com o crime, abuso sexual, problemas de relacionamento e pedidos de
informação.
Em relação aos encaminhamentos realizados pelo serviço, 40%
dos usuários foram atendidos por um psicólogo do projeto, 15% foram
orientados a procurar assistentes sociais e psicólogos dos Centros de Referência
da Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados
da Assistência Social (Creas), dentre outros encaminhamentos. Dos atendidos,
24 pessoas eram moradoras de municípios da região metropolitana
do Rio. O atendimento do Mãe na Luta funciona 24 horas no telefone 9607-6783,
que recebe ligação a cobrar, e de 2ª a 6ª feira, das 9
às 18horas nos telefones 2503-2372 e 2503-2376. Qualquer mãe carioca
poderá pedir ajuda para a equipe do projeto, formada de assistentes sociais
e psicólogos.
Ao ligar para o projeto, as mães encontrarão nele um aliado para
o enfrentamento dos problemas com drogas e outros tipos de crime que seus filhos
estão envolvidos. Elas podem solicitar visitas domiciliares de assistentes
sociais e psicólogos, além de serem encaminhadas para os programas
de inclusão social da Prefeitura do Rio. Através das visitas domiciliares,
a equipe da Prefeitura conhecerá de perto os problemas que as mães
enfrentam com os filhos e a partir fará os encaminhamentos necessários.